«O presidente norte-americano, George W. Bush, planeou bombardear a Al-Jazeera, estação de televisão árabe no seu aliado Qatar, revelou um memorando altamente secreto, citado pelo Daily Mirror». (DN).
O New York Times que se cuide...
«Despertar noutro ser humano poderes e sonhos além dos seus; induzir nos outros um amor por aquilo que amamos; fazer do seu presente interior o seu futuro: eis uma tripla aventura como nenhuma outra.» George Steiner

Talvez seja por causa da aproximação da época de filmes de Natal para as crianças. Talvez seja porque o mundo anda deprimido por causa do petróleo. Talvez seja porque os realizadores andem cansados de aturar produtores obtusos. Sei lá. O que é certo é que o cinema anda uma pasmaceira descomunal. Mas, ainda assim...
Os media generalistas portugueses ainda não deram por isso (ou terei sido eu a não dar por isso nos media?), mas já está disponível em Portugal o último trabalho discográfico de Roger Waters. Nada menos que... uma ópera.
Aqui e ali, vamos ouvindo, lendo sinais. O povo estará a ficar saturado do cinema pré-fabricado de Hollywood. As fórmulas repetem-se, até à náusea. E os estereótipos da coisa parecem cansados de velhos. Nas 'comédias românticas'. Nos dramas e melodramas. Na violência. Nas imagens de computador. Nos saltos na cadeira. No sexo que não chega a sê-lo. No cheiro das pipocas. Há um enfartamento de Big Mac's do celulóide.
Um pequeno percurso no ciberespaço em busca da notícia sobre a morte de Shirley Horn: Público, DN, El País, Le Monde, Guardian... e nada. Nenhum destes europeus de referência parece ter dado grande valor-notícia ao passamento, aos 71 anos, de uma grande dama do jazz, que chegou a ser acompanhada de ilustríssimos desconhecidos, como Miles Davis, Toots Thielemans ou os irmãos Marsalis...